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Badauê: pé na areia e parte da nossa história em Juquehy

Badauê: pé na areia e parte da nossa história em Juquehy


Tem lugares que vão deixando de ser só um restaurante. O Badauê é assim pra gente.

Pé na areia, de frente para o mar, ele tem aquele clima de praia que convida a sentar sem pressa. O Badauê nasceu em Juquehy, em 1999, e até o nome carrega uma história bonita: vem de um termo baiano ligado à boa energia e à reunião de amigos. Talvez seja por isso que ele tenha essa alma baiana, leve e acolhedora, que combina tanto com o lugar.

Vista do mar a partir do Badauê, em Juquehy

Desde que conhecemos Juquehy, minha filha escolhe comemorar o aniversário dela lá todos os anos. E, quando recebemos alguém de quem gostamos muito, é quase sempre para lá que vamos. Hoje, ele é praticamente uma extensão da nossa casa.

Uma comemoração de aniversário em família no Badauê

É pet friendly, tem uma carta de vinhos muito boa e um atendimento que sempre faz a gente se sentir bem recebido. O chef Carlos é muito simpático e faz questão de prestigiar quem escolhe estar ali.

Michela em uma noite no Badauê, em Juquehy

Uma noite especial em família no Badauê

A barriga de salmão é sempre a entrada escolhida: um carpaccio de salmão com azeite trufado, flor de sal e raspas de limão-siciliano.

Depois, vale se perder pelo cardápio: as massas com frutos do mar, como o spaghetti com camarões grelhados; o peixe assado, delicioso para pedir sem pressa e dividir à mesa; os sushis e combinados, sempre frescos; e os risotos de camarão ou de frutos do mar. É daqueles lugares em que eu volto muitas vezes e consigo pedir algo diferente sem errar.

Um dos pratos da nossa mesa no Badauê

E tem uma coisa que eu acho ótima: é um restaurante para a família toda, inclusive para os pequenos. Sempre tem uma opção para cada um, e isso faz muita diferença quando a mesa é grande.

Jantar em família de frente para o mar no Badauê

E, para fechar, a cocada — minha sobremesa preferida de lá.

Se quiser levar um vinho especial, vale confirmar a taxa de rolha na reserva. E minha dica é essa: reserve ou chegue cedo. Não dá para vir a Juquehy e não conhecer o Badauê.